Depressão? O Tantra pode ser um tratamento eficaz!

Apatia, fadiga, insônia ou sono em excesso, perda ou ganho significativo de peso e dificuldades de concentração são alguns dos sintomas mais comuns da depressão, doença que, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), chega a afetar 16% da população mundial, em algum momento da vida, e que até 2020 será a segunda maior causa de mortes, perdendo apenas para doenças cardíacas. Mas, o que é exatamente a depressão? Fisiologicamente, é um desequilíbrio na produção de neurotransmissores responsáveis pelas sensações de bem-estar no cérebro, principalmente a serotonina e a dopamina. Além dos fatores fisiológicos, a qualidade de vida, os relacionamentos e a maneira como os indivíduos enfrentam o mundo podem ser gatilhos para que a depressão apareça. Por isso, o tratamento deve abranger, além de medicamentos, terapias, como o Tantra.

E de que forma o Tantra torna-se um tratamento eficaz no combate à depressão? A resposta é simples: os medicamentos têm a função de aumentar a produção de neurotransmissores, produção esta que pode ser aumentada naturalmente por meio de… orgasmos! Ao contrário do que muitos pensam, o orgasmo não é algo ligado apenas aos genitais. Na verdade, trata-se de um fenômeno neuromuscular que, com a ajuda da terapia tântrica pode ser atingido com o corpo todo, de forma mais profunda e duradoura, proporcionando curas, expansão da sensibilidade e da consciência.

Por meio de técnicas que lidam com a bioenergia, o tratamento tântrico acorda todas as áreas do corpo, potencializando a capacidade em sentir prazer, promovendo o desbloqueio de energias estagnadas e sua redistribuição, melhorando o equilíbrio energético. Além disso, com a ativação do prazer, ocorre uma liberação de serotonina, endorfina e oxitocina, considerados os “hormônios da felicidade”. Outro benefício desta terapia é a tonificação dos músculos genitais, permitindo o alcance de múltiplos orgasmos de forma terapêutica. Com isso, além da cura da depressão, ocorre uma melhora significativa nos relacionamentos, na forma como cada indivíduo enxerga o mundo, levando a uma plena expressão de todas as suas capacidades, antes impedidas pela depressão.

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