Há sexo durante a Massagem Tântrica?

Há sexo durante a Massagem Tântrica?

Quando o assunto é massagem tântrica, a maioria das pessoas, por conta da difusão de
um conhecimento errôneo, se confunde e, é muito comum surgir a pergunta: “há sexo na massagem tântrica”? A resposta é: não!
Não há sexo durante a massagem tântrica, apesar de um poder levar ao outro porque esta técnica lida, diretamente, com a energia sexual.

É fundamental salientar que esta energia é uma poderosa usina que temos em
nosso corpo. No entanto, quando mal distribuída e represada, pode levar a problemas
físicos e de comportamento, como depressão, traumas, impotência sexual,
dificuldades nos relacionamentos, entre muitos outros. E a massagem tântrica tem como
finalidade – por meio de toques sutis e variações de manobras de um terapeuta especializado – desbloquear
a energia sexual, redistribuindo-a ao longo de todo o corpo.

Os resultados diretos, além da (re)descoberta de pontos de prazer muitas vezes
esquecidos ou, até mesmo, adormecidos, são a expansão da sensibilidade e da consciência,
promovendo um desbloqueio e liberação de emoções represadas nas camadas mais
profundas do corpo. Com isso, há a eliminação de todos os problemas já citados.

Mas, onde entra ou não entra o sexo nisso? “A maioria das pessoas faz sexo em um
nível mental, mais preocupadas com suas performances. Isso é mais comum entre os homens,  que se preocupam se vão, não apenas ter, como também conseguir manter uma ereção por tempo suficiente para a realização do ato e obtenção do prazer para si e para a outra pessoa. A partir daí, tudo
se torna mecânico e o sexo ocorre sem conexão, sem entrega ao outro”, afirma
Dewa Deepta, fundadora do Espaço Vibração, do Rio de Janeiro.

Neste ponto, entra a massagem tântrica que, tanto pode ser feita de forma individual ou em
casais. No segundo caso, muitos procuram a terapia queixando-se de problemas no
relacionamento, como falta de conexão e que – vejam só – o sexo se tornou mecânico e previsível.

 

Segundo Dewa, a massagem em casais é feita individualmente, mas contando com a
ajuda do parceiro(a). “Quando faço no homem, a mulher me auxilia
e vice-versa. Desta forma, cada um redescobre sua sensibilidade e eleva sua energia e
conexão com a ajuda do outro. É preciso ficar entregue, receptivo, em estado meditativo, presente no aqui e agora, atentos a todas as
sensações que vão sendo (re)despertadas. Em seguida, com esta energia elevada, digo
a eles para integrarem tudo o que foi vivido ali e que deixem a energia trazer o que pode
ser ainda vivenciado – que vai desde ficarem abraçados sentindo a energia, como o ato sexual, em si. E o que acontecer dentro desta energia está
perfeito”, explica.

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